Dor não é parte do trabalho

A medicina da dor pensada para quem vive da roça

Levanta antes do sol. Carrega saco de ração, opera implemento, sobe e desce de trator o dia inteiro, fica horas em pé na ordenha ou curvado na lavoura. Para quem vive do campo em Unaí, Paracatu e em toda a região Noroeste de Minas, a dor nas costas, no ombro ou no joelho quase sempre é tratada como parte do serviço: “é assim mesmo, é do trabalho”. Só que dor não é normal, e ignorá-la todos os dias, safra após safra, é o que transforma um incômodo simples em um problema crônico.

É exatamente esse cenário que move o trabalho do Dr. Sidney Max, médico da dor, ortopedista e especialista em medicina regenerativa, atendendo no Hospital Santa Helena, em Unaí-MG. Sua proposta nasce também de uma preocupação direta com o homem e a mulher do campo: gente que não pode parar, que muitas vezes adia o tratamento com medo de precisar se afastar da lavoura, da pecuária ou de uma cirurgia longe de casa.

A rotina do campo é a maior causa de dor crônica na nossa região

Trabalho manual repetitivo, esforço de carga, vibração de máquinas e longas jornadas em pé ou agachado são, na prática, os maiores gatilhos de dor musculoesquelética entre trabalhadores rurais. As queixas mais comuns que aparecem no consultório costumam ser:

  • Dor lombar e hérnia de disco, de carregar peso e passar horas sentado em maquinário;
  • Tendinite e “cotovelo do trabalhador” (epicondilite), de movimentos repetitivos com enxada, roçadeira ou ferramentas manuais;
  • Dor no ombro, de erguer sacos, arames ou equipamentos acima da cabeça;
  • Fascite plantar e dor no calcanhar, de ficar em pé o dia inteiro sobre terreno irregular;
  • Artrose de joelho e quadril, do desgaste acumulado de anos de esforço físico.

O problema é que, no campo, esperar “a dor passar sozinha” costuma custar caro: a lesão pequena vira lesão crônica, e a crônica é a que mais tira o produtor da lida na fazenda.

Cirurgia deveria ser a última opção, não a primeira conversa

Um dos maiores medos de quem trabalha no campo é ouvir a palavra “cirurgia”. E é justo: cirurgia significa afastamento, recuperação longa, as vezes deslocamento até um centro maior e, muitas vezes, alguém para cuidar do que fica pendente na propriedade. Esse medo, inclusive, é um dos principais motivos pelos quais tantos produtores da região convivem anos com uma dor que só piora.

O Dr. Sidney Max defende uma visão diferente: a cirurgia é um recurso importante, mas não deve ser o primeiro caminho quando existem alternativas eficazes e menos invasivas. Antes de indicar um procedimento cirúrgico, ele investiga a origem real da dor, com apoio de ultrassom de alta precisão, e avalia se ela pode ser tratada de forma conservadora, resolvendo o problema na causa, e não apenas “tampando” o sintoma.

Tratamentos modernos para tratar a dor sem cirurgia

A medicina da dor e a medicina regenerativa avançaram muito nos últimos anos, e hoje é possível tratar boa parte das dores musculoesqueléticas do trabalhador rural sem passar por uma sala de cirurgia. Entre os recursos utilizados pelo Dr. Sidney Max estão:

Ondas de choque

Ondas acústicas de alta energia aplicadas direto sobre o ponto da dor, em consultório, sem cortes e sem internação. É uma das terapias mais indicadas para fascite plantar, tendinite do ombro, epicondilite (dor no cotovelo), dor no quadril e tendinopatias em geral, muito comuns em quem trabalha em pé ou faz esforço repetitivo.

Infiltrações guiadas por ultrassom

Aplicação de medicamento diretamente na articulação, tendão ou nervo comprometido, com visualização em tempo real pelo ultrassom, o que garante mais precisão e menos desconforto. É uma opção eficaz para artrose, bursite, tendinite e dores relacionadas a nervos, com alívio muitas vezes já sentido no mesmo dia.

PRP e medicina regenerativa

O Plasma Rico em Plaquetas (PRP) usa componentes do próprio sangue do paciente para estimular a regeneração de tecidos lesionados: tendões, ligamentos e articulações desgastados pelo esforço repetitivo do trabalho no campo. Diferente de um tratamento que só disfarça a dor, a proposta aqui é ajudar o corpo a se recuperar de verdade.

Juntas, essas três frentes formam uma medicina da dor moderna: menos invasiva, com recuperação mais rápida e pensada para quem precisa voltar logo à rotina da propriedade.

Neuromodulação

A dor crônica nem sempre está só no local onde é sentida: muitas vezes o próprio nervo aprendeu a enviar um sinal de dor exagerado ao cérebro, mesmo depois que a lesão original já cicatrizou. A neuromodulação é a técnica da medicina da dor voltada exatamente para isso: por meio de estímulos direcionados ao nervo ou à raiz nervosa comprometida, é possível “recalibrar” esse sinal, reduzindo a dor de forma duradoura. É um recurso especialmente indicado para dores neuropáticas e quadros de dor crônica que já não respondem bem a analgésico e anti-inflamatório, comuns em quem convive por anos com sobrecarga física no trabalho rural.

Juntas, essas abordagens como outras mais formam uma medicina da dor moderna: menos invasiva, com recuperação mais rápida e pensada para quem precisa voltar logo à rotina da propriedade.

Um médico da região, para quem vive da região

Não é preciso viajar até Belo Horizonte, Brasília ou outra capital para ter acesso a um tratamento de dor atualizado e de qualidade. O Dr. Sidney Max é mineiro de Unaí, atende no Hospital Santa Helena, no centro da cidade, e já é referência para pacientes de Unaí, Paracatu e de todo o Noroeste de Minas que buscam um médico da dor de confiança perto de casa.

Ele é membro titular da SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia), da ABDOR (Associação Brasileira de Dor Ortopédica), da ABTPÉ, da SBED (Sociedade Brasileira do Estudo da Dor) e da SOBRAMID (Sociedade Brasileira dos Médicos Intervencionistas em Dor), além de possuir o título de Médico da Dor pela Associação Médica Brasileira (AMB). Isso significa atendimento qualificado, com base científica atualizada, sem que o produtor rural precise abrir mão de dias de trabalho para se deslocar a um grande centro.

O programa de acompanhamento individualizado: o caminho para viver sem dor, sem cirurgia

O grande diferencial do trabalho do Dr. Sidney Max não é um procedimento isolado, é o programa de acompanhamento individualizado no combate às dores crônicas. Cada paciente chega com uma rotina diferente: um é pecuarista, outro trabalha na lavoura de grãos, outro passa o dia na ordenha e também o trabalhador urbano. E cada corpo responde de um jeito ao esforço repetitivo dessa rotina.

Por isso, o tratamento começa sempre por uma investigação detalhada da causa da dor, e segue com um plano combinando as terapias mais indicadas para aquele caso (ondas de choque, infiltração guiada, PRP, reabilitação etc.) com acompanhamento contínuo da evolução. O objetivo é claro: resolver a dor crônica na raiz, devolver a funcionalidade e a produtividade do paciente no campo ou na cidade, e evitar a cirurgia sempre que ela puder ser evitada.

Viver com dor não é normal, e na maioria dos casos também não é preciso passar por uma cirurgia para se livrar dela.

Perguntas frequentes sobre medicina da dor para o trabalhador rural ou urbano

Dá para tratar dor crônica sem cirurgia? Sim. Grande parte das dores musculoesqueléticas do trabalhador do campo ou da cidade (como tendinite, fascite plantar, dor no ombro e artrose inicial) responde bem a tratamentos como ondas de choque, infiltrações guiadas por ultrassom e PRP, sem necessidade de procedimento cirúrgico.

Quais dores são mais comuns em quem trabalha no campo? As mais frequentes são dor lombar, hérnia de disco, tendinite (incluindo o chamado “cotovelo do trabalhador”), dor no ombro, fascite plantar e artrose de joelho e quadril, geralmente ligadas ao esforço repetitivo e à carga do trabalho diário.

O que são ondas de choque e para que servem? São ondas acústicas de alta energia aplicadas sobre o local da dor, em consultório e sem cortes. Ajudam a tratar fascite plantar, tendinites, dor no cotovelo e no ombro, e outras dores musculoesqueléticas, com alívio rápido e sem necessidade de internação.

Onde encontrar um médico da dor no Noroeste de Minas? O Dr. Sidney Max atende no Hospital Santa Helena, em Unaí-MG, e recebe pacientes de toda a região Noroeste de Minas, incluindo Paracatu, oferecendo tratamento especializado em medicina da dor sem a necessidade de deslocamento a grandes centros.

Como funciona o programa de acompanhamento individualizado do Dr. Sidney Max? É uma abordagem mais direcionada de tratamento personalizado, construído a partir da investigação da causa real da dor de cada paciente, combinando as terapias mais adequadas (ondas de choque, infiltração, PRP, reabilitação, neuromodulação etc.) com acompanhamento contínuo, com o objetivo de tratar a dor crônica na raiz e evitar a cirurgia sempre que possível.


Sentindo dor no dia a dia da lavoura, da pecuária, do campo ou da cidade? Não deixe a dor virar rotina. Agende uma avaliação com o Dr. Sidney Max e descubra o caminho de tratamento para o seu caso, sem sair da região.

📍 Hospital Santa Helena, Rua Nossa Sra. do Carmo, 110, Centro, Unaí-MG
📱 WhatsApp: (38) 9 9755-4555

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Dr. Sidney Max

CRM - MG 64635 / RQE 42232/59107 / TEOT 16220
Médico da dor, Ortopedista e Especialista em Medicina Regenerativa